Hallelujah é daquele tipo de música que durmo na versão original. Nada contra aos adeptos do Leonard Cohenismo, adoro seus ensinamentos, mas, céus, como a melodia e a interpretação são entediantes. Só que, graças a Jeová, outros artistas deram à música a interpretação que ela merece. E, irmãos, como ela merece uma interpretação sobrenatural.
Como dito anteriormente, não tiro nenhum crédito da divindade Cohen em relação a Hallelujah. Escrever algo tão perfeito não é simples, ele não tirou a música da lama, ou da costela de um ser solitário. Ele passou um ano inteiro a compondo, escreveu mais de oitenta versos e até pensou em desistir, mas, graças ao messias, isso não aconteceu e nossos ouvidos e corações foram abençoados com os covers que nasceram graças ao Cohenismo. Hallelujah!
E é por essa benção que a deusa Regina Spektor novamente entra no blog. Muitos devem pensar que isso é fanatismo, e talvez até seja, mas religião não se discute. Esse cover que me deu um insight –ou, como gosto de chamar, A LUZ- e me ajudou a entender a letra da maneira que ela deveria ser entendida por todos desde o início, com a minha interpretação.
Claro que outros profetas fizeram uma ótima interpretação dos versículos de Leonard Cohen, mas faz parte da minha religião ser parcial. Por isso, disponibilizarei o vídeo da deusa Spektor e apenas um pequeno link no final do tópico com as outras versões.
Amém.
E tem também a versão do Rufus Wainwright e a do Jeff Buckley.







0 comentários:
Postar um comentário