Caras com saltos com plataformas gigantescas, maquiagens elaboradas, permanentes enormemente armados e rebolando loucamente em cima do palco não é exatamente o que se considera atraente hoje em dia, mas, acredite, já foi o sonho de muita menininha que pode até mesmo ter parentesco com você, leitor.


De qualquer forma, definir uma decada inteira de musica me obriga a voltar um pouco, mais exatamente ao fim da decada de 60, e pra poder cobrir esses vinte anos esse post vai ser dividido.

É um desafio e tanto, mas vale a pena considerando o tanto que essa decada e esse "movimento" influencia a musica até hoje.

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Faz tempo que quero mudar o formato do blog. Não que eu não gostasse do formato antigo, pelo contrário, mas ele estava me limitando porque eu não conseguia escrever também sobre ideias que eu tinha – já que não estavam ligadas diretamente com música.

Por isso tive a ideia do “O cotidiano é movido a música”, decidi abordar assuntos relevantes do cotidiano e misturar isso com o fone de ouvido que mora acoplado na nosso corpo. E para ilustrar essa mudança, também reformulei todo o layout do blog.

E para quem gostava dos meus posts antigos, fiquem tranquilos porque não vou parar de escreve-los e nem de apresentar música boa pra vocês.
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Hallelujah é daquele tipo de música que durmo na versão original. Nada contra aos adeptos do Leonard Cohenismo, adoro seus ensinamentos, mas, céus, como a melodia e a interpretação são entediantes. Só que, graças a Jeová, outros artistas deram à música a interpretação que ela merece. E, irmãos, como ela merece uma interpretação sobrenatural.

Como dito anteriormente, não tiro nenhum crédito da divindade Cohen em relação a Hallelujah. Escrever algo tão perfeito não é simples, ele não tirou a música da lama, ou da costela de um ser solitário. Ele passou um ano inteiro a compondo, escreveu mais de oitenta versos e até pensou em desistir, mas, graças ao messias, isso não aconteceu e nossos ouvidos e corações foram abençoados com os covers que nasceram graças ao Cohenismo. Hallelujah!

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Quando Glee lançou, todos se encantaram com a originalidade da série. Depois, perceberam como os números musicais eram bem feitos. Aí, depois de três episódios, todo o encanto - pelo menos para mim, se acabou. A série que antes contava com a originalidade, virou um High School Musical com Sue Silvester - que é a única personagem boa.

Como as temporadas das minhas séries lindas tinham acabado, eu precisava urgentemente de uma nova para completar minha vida. Daí que encontrei United States of Tara, que é focada na "típica" mulher casada, mãe de dois filhos e com... múltiplas personalidades. Apesar de Toni Colette, que interpreta Tara, merecer todos os posts do mundo por sua brilhante atuação, este blog é sobre música.

A abertura da série (Love the Ride), como podem ver no vídeo acima, é visualmente e musicalmente incrível, então não demorei para procurar a versão completa. Depois de algumas horas de depressão por perceber que a música só tem 57 segundos, resolvi dar uma olhada nos trabalhos de Tim Delaughter, e, com a ajuda do deus Google, descobri que ele lidera o grupo The Polyphonic Spree, que é uma espécie de coral de rock sinfônico muito legal.

Pra quem não conhece o trabalho dos caras, fica aí a dica:
 

The Polyphonic Spree - Light and Day
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O grupo australiano Axis of Awesome fez uma performance onde tocaram 40 hits usando os mesmos 4 acordes de Don't Stop Believing (do Journey, mas algumas pessoas vão conhecer só pelo Glee, FAZER O QUE?).

Tem umas passagens geniais como juntar Poker Face com Barbie Girl, mas o que mais me impressionou foi conseguirem encaixar bandas como Beatles e U2 com Lady Gaga, Pink e, pasmem, AQUA. Não é qualquer um que consegue fazer isso e nem qualquer um que PODE fazer isso (por favor, nunca mais façam isso).
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You wanted the Best, you got the Best: THE hottest band in the world... 

Inspirados em Alice Cooper, por si só um mestre dos palcos, a proposta inicial da banda era proporcionar uma experiência musical única em seus shows, através da combinação som e imagem. É inegável a força desses caras quando maquiados e com seus sapatos plataformas, explosões, fumaça, mas ao mesmo quando sem esses acessórios é fácil reconhecer a pegada das principais musicas.